Estende a mão

on quarta-feira, 21 de abril de 2010


Depois do sucesso da Hora do Planeta, que juntou pelo menos um bilião de pessoas na luta contra o clima não só ao carregar no interruptor e desligar as luzes de suas casas, mas também ao desligar as de grandes monumentos, chega a hora de prometermos e cumprirmos a promessa de estender as nossas mãos para ajudarmos a Terra. Os passos para o fazermo já todos sabemos. Agora, só falta a acção.

Agora, só falta mostrares o teu power!

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Fotografias espectaculares da Hora do Planeta podem ser encontradas neste site: http://www.boston.com/bigpicture/2010/03/earth_hour_2010.html . Para veres gigantescos monumentos de todos os cantos do mundo a "desligar", basta carregar sobre a fotografia.

Hora do Planeta 2010 - é hoje!

on sábado, 27 de março de 2010

Até ao momento, já a Ásia e parte da Europa Central desligou as luzes.

E tu? Vais desligar?

Não te esqueças: "Não importa de que país és. Importa de que planeta és."

A favor ou contra o futuro?

on domingo, 21 de março de 2010

Hora do Planeta 2010

on terça-feira, 16 de março de 2010

Apagar as luzes por uma hora - a Hora do Planeta - é não só contribuir para a preservação do nosso Planeta, como fazer parte da maior plataforma voluntária de cidadãos contra as alterações climáticas.

Pelo segundo ano consecutivo, Portugal adere à Hora do Planeta e os resultados têm sido além das expectativas!

Já temos confirmadas oficialmente as cidades de Lisboa, Faro, Loulé, Águeda, Aveiro e Vila Nova de Famalicão. E todos os dias várias cidades e vilas do país procuram saber como aderir a este movimento que este ano já está a ultrapassar os números atingidos em 2009.

Monumentos nacionais (como: Cristo-Rei, Castelo de São Jorge, Museu da Electricidade e Padrão das Descobertas em Lisboa; Arco e Muralhas da Cidade de Faro; Biblioteca Manuel Alegre, em Águeda; ou o Mosteiro do Landim, em Vila Nova de Famalicão) engrossam a lista de mais de 70 monumentos que em todo o mundo irão ficar às escuras em nome desta mensagem poderosa da WWF e da Hora do Planeta: ajudar a manter o nosso Planeta Vivo!


O Planeta conta consigo e com milhares de empresas e organizações nesta luta para marcar a diferença e fundamentar uma mudança real!


As expectativas para a HP2009, eram elevadas, mas foram superadas em todo o mundo de forma estrondosa!

Durante uma hora mais de 4 mil cidades, das quais 11 cidades portuguesas, em 88 países, 21 mil empresas e o estrondoso número de 1 200 milhões e pessoas em todo o mundo deram o seu voto ao Planeta.

A Hora do Planeta em 2009, alargava sua mensagem a Copenhaga, onde decorreu a Cimeira das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas - de onde deveria sair um novo acordo climático.

Os olhos estavam postos na cidade dinamarquesa, nos líderes mundiais e num Acordo Climático que fosse ambicioso, justo e realmente eficaz. Os países mais desenvolvidos, de quem se esperava um progresso em acções sustentáveis, minaram este objectivo.

E esta atitude vai ter repercurssões no futuro de todos nós!

Mas não é com críticas que mudaremos a situação. É com acções! E acções construtivas e em forma de celebração. Uma celebração por um Planeta Vivo!

Una-se à Hora do Planeta 2010 e marque a diferença!

Contra o aquecimento global, uma acção global.
Não lhe estamos a pedir muito: é só mexer um dedo e... Desligar a luz!

HORA DO PLANETA
27 Março - 20H30 ás 21H30


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Fonte: http://www.wwf.pt/o_que_fazemos/hora_do_planeta/hora_do_planeta_2010/

O tempo está a acabar

on quarta-feira, 3 de março de 2010

Time is Ticking Out (O tempo está a acabar)


We'd better think about the things we say (É melhor pensarmos nas coisas que dizemos)
We'd better think about the games we play (É melhor pensarmos nos jogos que jogamos)
The world went round, around and round (O mundo andou à volta, à volta e à volta)

We'd better think about the consequences (É melhor pensarmos nas consequências)
We'd better think about the global senses (É melhor pensarmos no sentido global)
The time went out, the time went out (O tempo acabou, o tempo acabou)

What about Chernobyl? (Então e Chernobyl?)
What about radiation? (Então e a radiação?)
We don't know, we don't know (Nós não sabemos, não sabemos)

What about deprivation? (Então e a escassez?)
Gluttony, the human nation? (Gula, a nação humana?)
We don't know, we don't know (Nós não sabemos, não sabemos)
For me love is all, for me love is all (Para mim o amor é tudo, para mim o amor é tudo)
For me love is all, for me love is all (Para mim o amor é tudo, para mim o amor é tudo)

Time is ticking out (O tempo está a acabar)

Looks like we screwed up the ozone layer (Parece que estragamos a camada de ozono)
I wonder if the politicians care (Pergunto-me se os políticos se importam)
And time went out, and time went out (E o tempo acabou e o tempo acabou)

What about our children then? (Então e as nossas crianças?)
Is there nothing left for them? (Não há nada para eles?)
We don't know, we don't know (Nós não sabemos, não sabemos)
For me love is all, for me love is all (Para mim o amor é tudo, para mim o amor é tudo)
For me love is all, for me love is all (Para mim o amor é tudo, para mim o amor é tudo)
Ahh they need oxygen, ahh they need oxygen (Eles precisam de oxigénio, eles precisam de oxigénio)
For me love is all, for me love is all (Para mim o amor é tudo, para mim o amor é tudo)
For me love is all, for me love is all (Para mim o amor é tudo, para mim o amor é tudo)

Time is ticking out yeah (O tempo está a acabar)
The time is ticking out (O tempo está a acabar)

Projecto EcoFamílias II de Norte a Sul

on quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010


EcoFamílias II está no terreno para reduzir consumos energéticos dos portugueses

Promovido novamente pela EDP Distribuição em parceria com a Quercus e financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, o EcoFamílias II volta a apostar na redução e racionalização do consumo energético no sector doméstico. Até finais de 2010, serão acompanhadas 1000 famílias residentes em Portugal Continental. A participação é gratuita e as inscrições permanecem abertas. Participe!

O processo é muito simples e gratuito. Numa primeira fase, os técnicos EcoFamílias II visitam as habitações das famílias inscritas, mediante agendamento prévio, e traçam uma avaliação dos seus hábitos de consumo energético. É também feita uma análise dos consumos em standby e off-mode, do desempenho dos electrodomésticos e ainda um levantamento dos aspectos construtivos da habitação.

A partir daqui torna-se possível identificar vários potenciais de poupança: na eliminação dos consumos em modo de vigilância, ao nível dos hábitos de utilização de equipamentos de entretenimento, informática e climatização e ainda na substituição de iluminação e grandes electrodomésticos. Por fim, e não menos importante, serão também projectadas possíveis formas de melhorar o conforto higrotérmico da habitação.

Após esta recolha de dados, cada família recebe uma Ficha de Recomendação personalizada, com instruções para actuar a vários níveis: alterando comportamentos; melhorando a utilização dos equipamentos; trocando-os eventualmente por outros mais eficientes e adoptando medidas que melhorem o desempenho térmico da respectiva habitação.

Todos os interessados em ser uma das 1000 EcoFamílias precisam apenas de enviar um e-mail com o nome, morada e telefone de contacto para ppec@edp.pt ou ecofamilias@quercus.pt1.

Mais informações em
http://www.ecocasa.pt/e_ecofamilias2.php.

1- Caso não tenha ligação à Internet, pode ligar para o 213462210.

Este projecto é uma medida financiada no âmbito do Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e promovido pela EDP Distribuição.



Fonte: http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=457&articleID=3009

"Nós temos o poder para salvar o mundo"

on sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Biodiversidade: uma ameaça com potencial de negócio

on quarta-feira, 27 de janeiro de 2010


Em 2010, a preservação da biodiversidade vai unir o planeta em torno do Ano Internacional da Biodiversidade. A iniciativa tem como missão consciencializar o grande público para a importância desta temática, mas não só. A ideia é também chegar às empresas e ao potencial de negócio que a biodiversidade incorpora.

m prol da biodiversidade aumentarão o potencial de negócio da sua actividade, uma vez que estão a corresponder às preocupações sociais. Por fim, os vários governos terão maior receptividade pública na tomada de medidas em prol biodiversidade.


Para Hugo Costa existem, no entanto, alguns entraves ao desenvolvimento total deste mercado da biodiversidade. «Há muito trabalho que ainda é efectuado de um modo bastante “amador”, o que tem prejudicado o seu desenvolvimento». O sócio-gerente da Bio3 elogia, todavia, o trabalho das autoridades nacionais – como a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) – em relação ao «aumento do nível de exigência que colocaram nos estudos».



Apostar na biodiversidade é rentável
De acordo com um estudo de 2008, publicado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla original), olhar para o ecoturismo é a melhor forma de perceber como a biodiversidade pode ser também sinónimo de mercado viável. O turismo “amigo do ambiente” tem aumentado, globalmente, entre 20 e 30 por cento por ano. Outros dos sectores com forte potencial são os mercados da agricultura orgânica e a exploração florestal sustentável, assim como serviços de mitigação das alterações climáticas.
Mais recentemente, a iniciativa TEEBThe Economics of Ecosystems and Biodiversity (A Economia dos Ecosistemas e Biodiversidade) lançou um relatório sobre as vantagens económicas para os decisores que investem na biodiversidade. O estudo sublinha que, na Europa, um em cada 40 empregos está relacionado com o ambiente e eco-serviços, incluindo a exploração florestal sustentável.
O relatório incita os decisores a apostar em infra-estruturas ecológicas, que têm um considerável retorno financeiro, ao mesmo tempo que aumentam a resistência do planeta às alterações climáticas. De acordo com as estimativas iniciais da iniciativa TEEB, as taxas de retorno potenciais chegam aos 40 por cento na plantação de florestas, 50 por cento nas florestas tropicais e 79 por cento nos prados.
O estudo TEEB é uma iniciativa da Comissão Europeia em resposta a uma proposta, feita em 2007, pelos ministros do Ambiente do G8+5 para o desenvolvimento de um estudo global do impacto económico da perda de biodiversidade. Este relatório, publicado em Novembro de 2009, dá o exemplo dos investimentos venezuelanos na sua área nacional protegida, que previnem a sedimentação responsável por perdas económicas da agricultura na ordem dos 3,5 milhões de dólares (2,4 milhões de euros), por ano.



Metas para 2010 ameaçam falhar


O Ano Internacional da Biodiversidade marca a meta decidida pela Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) das Nações Unidas para alcançar progressos na redução da perda da biodiversidade. Em 2010, as partes da Convenção vão reunir-se para avaliar os resultados das medidas tomadas pelos diferentes países para chegar a uma «redução significativa» da actual taxa de perda da biodiversidade, a nível global, regional e nacional, de acordo com os objectivos traçados na Cimeira Mundial de Joanesburgo, em 2002, sobre o Desenvolvimento Sustentável.
Enquanto se vai desenhando um novo Plano Estratégico para a CDB, que apresentará as metas para o período pós-2010, surgem dúvidas sobre o sucesso do encontro entre representantes de todos os países envolvidos na Convenção, agendado para Outubro, no Japão.
O balanço das taxas de biodiversidade está longe de ser positivo, com um aumento de 363 espécies em risco de extinção em 2009, em relação a 2008. De acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, feita pela IUCN, 17 291 espécies estão em risco de extinção. Em Portugal, existem 159 espécies em risco, mantendo-se o número de 2008.
Além disso, a Convenção de Outubro ameaça tornar-se uma querela entre países desenvolvidos e países em vias de desenvolvimento, à semelhança da Cimeira de Copenhaga. A Índia já anunciou que quer assegurar o fim da bio-pirataria biológica e o acesso a recursos biológicos. A biodiversidade do país representa cerca de 8 por cento da flora e fauna mundial e a Índia acusa frequentemente farmacêuticas ocidentais de utilizarem, de forma abusiva, os recursos naturais da região.


Autor / Fonte Marisa Figueiredo